sábado, 14 de junho de 2008

Pior que fazer mal é não fazer nada.

No inicio do ano corrente, comprei dois casais de canários verdes, não anilhados. Pássaros muito ariscos, e nervosos. Coloquei os casais em gaiolas grandes duplas tapadas, só com grades na frente.

Sem muitas esperanças em obter ovos este ano, lá os tratei normalmente como os outros casais. Mistura de sementes para canários, normal tipo light, papa (farinhada) Cê-Dê misturada com germinado. Como na primeira postura dos meus canários de cor não obtive os resultados esperados, acrescentei a papa misturada com germinado, vitaminas energovis e um probiótico, o fermento plus da Chemivit.

Coincidência ou não estes casais de canários verdes la colocaram ovos. Infelizmente perdi uma fêmea verde penso que com um ovo atravessado. Embora o tenha expulsado a custo depois de eu ter untado a coloaca com azeite. Analisando o caso penso que falhei ao faltar com semente de níger (a mistura light não tem) e não ter acrescentado cálcio a papa.

Infelizmente as fêmeas verdes, não faziam ninho, embora depositassem os ovos nos cestos. Sempre se recusaram em chocar excepto a ultima postura que fizeram até agora. Esta excepção deve-se ao facto de no fim de semana o local onde estão alojados não ser perturbado com visitas aos arrumos em obras.

Guardei e substitui os ovos a medida que iam sendo postos, com a esperança de mais tarde os colocar sob uma canária de cor. Surgiu a oportunidade e la arranjei uma ama para chocar os ovos. Sem qualquer esperança la aguardei o fim dos 13 dias de choco. Na data prevista e chegado perto da gaiola, ouvi o piar do recem nascido. Numa analise mais atenta olhei para o chão da gaiola e vi metade da casca de um ovo. Finalmente nasceu qualquer coisa!


Confirmado que os machos verdes cumpriram a sua parte, faltava agora ver quantos filhotes nasceram. Tive de afugentar a fêmea do ninho e ver. Nasceram 2 crias, dois ovos não eclodiram. Pretinhos e muito pequenos pele lustrosa, mas muito fraquinhos. Agora tinha de ver se seriam alimentados pelos pais adoptivos. Este ponto era uma incógnita pois a fêmea foi uma troca que eu fiz para desenrascar um colega que tinha "um casal de fêmeas".

Outro contratempo foi que durante o choco esta fêmea esteve doente. No ninho chegou a ter a cabeça debaixo da asa, nessa altura peguei nela e verifiquei que tinha o peito quase seco. Ataquei o mal logo com comprimidos bioserine, 1 comprimido durante 5 dias. Felizmente recuperou sem abandonar o choco. Depois deste tratamento continuo a dar vitaminas complexo B misturado na agua.

Os canários recem nascidos, geralmente no primeiro dia podem aguentar sem serem alimentados, por isso não me preocupei quando os vi muito vivos, mas de papo vazio. No segundo dia achei estranho continuar tudo igual embora observei menos vitalidade. Na manhã do 3º dia aconteceu o que eu temia, uma cria morta e a outra sem animo pele baça encovada, com sinais de desidratação. Não estou habituado a lidar com estes casos, pois não uso amas nos canários de cor, nem auxilio os pais na tarefa de alimentar as crias.

Bom tinha de intervir e fazer algo bem ou mal, pois ficar parado ou esperar seria fatal. Lembrei-me de ler um texto da veterinária brasileira Stella M. Benez. Nesse artigo chamava a atenção do perigo da desidratação das crias. Apresentava uma receita para administrar via oral um soro, feito com sal e açúcar. Será que vale a pena? Pensei nessa altura.

Photobucket

Já la vão uns anos, fui visitar uma exposição, vi e comprei uma sonda, (agulha com o bico redondo para seringa) próprias para alimentar e/ou administrar medicamentos líquidos. Sem muitas esperanças, aspirei agua simples para a seringa, abri o frágil bico e lá injectei agua directamente no papo. Depois, comecei a ver o bico meio aberto e respiração ofegante. Olhei para a cria, pele repuxada e seca. Os pelos pareciam suados. Tens poucas hipóteses pensei. La o voltei a colocar no ninho e juntei ao mesmo casal.

Como a fêmea tinha estado doente, mais ou menos uma semana antes, pensei seria melhor acrescentar à papa, o Tabernil Cria, (pó antibiótico vitaminado). Continuei a fornecer na agua de bebida vitaminas do Complexo B.

tABERNIL cRIA


Passadas umas horas fui vigiar, esperando encontrar o pior. Surpresa!!!! A cria estava alimentada com o papo cheio, a pele recuperou o lustro/vitalidade e os pelos estavam secos. Houve uma melhoria com o tratamento/manejo aplicado.

Ganhei a primeira batalha contra a inercia (não fazer nada/ter medo de errar), mas falta ainda passar algum tempo para ter certezas.

Sempre na dúvida, e para confortar as minhas ideias, pensei nas palavras que aprendi com um velho jardineiro. "Pior que fazer mal é não fazer nada."

sábado, 31 de maio de 2008

Os bons exemplos.

Recentemente fui visitar um amigo mais velho e pedir ajuda e orientação para tratar de uns assuntos burocráticos.
- Então tens muitos canários? - perguntou-me. Tu costumas colocar uma placa a anunciar a venda de canários.
- Este ano, como no ano passado, a época esta fraca. Respondi e justifiquei. A placa é para vender o excedente pois quando a época é boa, não posso ficar com os canários todos.
Depois convidou-me:
- Agora que estou reformado ofereceram-me uns casais de canários, mas as fêmeas não põe ovos. Anda ver...!

La fomos os dois e para minha surpresa vi gaiolas descuidadas, comedouros com muitas cascas e bebedouros a necessitar de limpeza e agua fresca. Achei delicado da minha parte não comentar os aspectos anteriores. Fiz bem porque tivemos de ir a minha casa e eu convidei-o a visitar o meu modesto canaril. Claro como pessoa inteligente ele reparou na diferença, pois perguntou-me se eu mudava todos os dias os jornais que forram a base das gaiolas. Eu respondi que sim. Por exclusão de partes também deve ter reparado que os bebedouros estavam limpos e os comedouros com poucas cascas. o seu outro comentário foi, tens poucos casais. Claro, comentei, se a época for boa com 4 casais posso ultrapassar os 30 canários novos em 3 posturas.

Para ilustrar as razões porque as fêmeas que ele tinha não punham ovos, mostrei-lhe a pap de ovo que eu fornecia aos meus casais. Expliquei que o fornecimento de papa é que vai encher as fêmeas. Ficou surpreendido pois desconhecia este facto. Pensava ele que era suficiente dar couve galega, agua e mistura de canários, mais ou menos o mesmo processo que ele utilizava com as suas galinhas poedeiras.

Criar canários como passatempo, pode conduzir a muitas desilusões, se não conhecermos alguns aspectos básicos e fundamentais.

1-Quando nos oferecem animais, neste caso canários, deveriam vir acompanhados por um livro de instruções, onde constassem as boas práticas de manutenção e métodos básicos para a sua reprodução. Na falta de elementos escritos, procurar outras fontes de informação.
2-Ter muitos casais não é sinónimos de no fim da estação termos muitas crias.
3-Visitar outros criadores, trocar ideias e pedir opinião, será uma estratégia que nos ajudará sempre a evoluir e a conhecer melhor o nosso passatempo.

Espero que as dicas que eu forneci a este meu amigo, tenham sido tão úteis, como a orientação que ele me deu, para tratar os meus assuntos burocráticos.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Registos das Criações. Indices e Médias

Gosto de ter um registo das criações apesar de possuir meia dúzia de casais de canarios de cor.
O meu método é simples em cada gaiola tenho uma ficha onde faço o registo dos dados de cada casal. O modelo que eu utilizo é a Ficha de Registro de Gaiola que podem encontrar no seguinte endereço:

http://www.criadourokakapo.com/index.php?secao=artigo000009

Nesta ficha aparece e expressão "Encartuchamento". Como eu desconhecia o significado, perguntei no fórum avespt. Podem consultar as respostas que eu obtive no seguinte endereço:

http://forum.avespt.com/viewtopic.php?t=2844


Depois lanço estas fichas num programa informático SicoCria que podem obter no seguinte endereço:

http://www.aopv.org/descargas/sicocria/scria.htm
Para quem estiver interessado em descarregar as versões em outros idiomas (Francês, Inglês, Italiano e Brasileiro) pode encontrar no seguinte endereço: (informação actualizada em 18 setembro de 2009)
http://www.feorno.org/index.php?id=8

Existe a versão SicoCria em português. Para iniciar temos de introduzir todos os dados iniciais. Temos de preencher os campos (nome, endereço, etc) no registo "Canaril", "Criadores", "Pássaros" e "Casais" com os quais queremos trabalhar nesse programa. So depois podemos acrescentar outros dados referentes a criação (Data da postura, nascimentos, etc.) Todo este trabalho permite no final termos um resumo de varias informações, como por exemplo a arvore geneologica, lista de pássaros onde podemos ler e/ou imprimir as varias informações disponíveis, etc.

Alguns criadores preferem utilizar uma folha de calculo, para gerir o seu canaril. Eu também utilizo mas só como complemento do Sicocria. Pois neste não esta contemplado a parte da contabilidade despesas efectuadas. Também outra lacuna do programa é a parte estatística do tratamento dos dados das criações.

Em estatística, as médias e os índices, fornecem indicações importantes sobre os dados compilados. A análise desse dados numéricos permitem quantificar alguns parâmetros, permitindo ao criador tomar decisões.

Numa criação os dados que temos são os seguintes:
A-Numero de casais;
B-Total de ovos postos;
C-Total de ovos cheios ou galados;
D-Total de crias nascidas;
E-Total de crias independentes;

Se quantificarmos os dados anteriores poderemos obter alguns Índices e Médias que nos interessam. Assim poderemos comparar os resultados com anos anteriores ou com outros criadores.

Média de Ovos Postos por Casal = B/A
Média de Ovos Galados por Casal = C/A
Média de Crias Independentes por Casal = E / A

Índice de Fertilização = C/B
índice de Aproveitamento Total = E/B
índice de Sobrevivência = E/D
índice de Aproveitamento Parcial = E/C
indice de Eclosão = D/B

A Estatística só funciona para os grandes números. Estes índices e Médias, serão mais fiáveis quanto maior for o numero de anos e de dados recolhidos.

Por exemplo se a Média de Crias Independentes por Casal for baixa, podemos analisar e comparar as Média de Ovos Postos por Casal e a Média de Ovos Galados por Casal.

Ao nível dos índices o controlo do índice de Sobrevivência pode nos dar indicações importantes. Se o valor desse índice diminuir, indica-nos que esta a ocorrer algo de errado ou algum problema, pois as crias não chegam a ser independentes. As razões poderão ser encontradas analisando os outros índices.


Conclusão

O registo de dados das criações embora seja um processo fastidioso, se for bem elaborado pode trazer muitas vantagens a quem o usar.


PS

Ficha de Registro de Gaiola podem descarregar ;-))

domingo, 20 de abril de 2008

Como obtenho Brancos Recessivos

O seleccionar o tipo de cruzamentos entre canários de cor, é importante. Conhecendo como se transmite a cor de pais para filhos, permite prever qual a cor dos canários que vamos obter desses cruzamentos.
O meu objectivo é obter canários brancos recessivos.
O processo mais rápido e eficaz para se obter 100% de canários brancos recessivos é cruzar brancos recessivo. um macho com uma fêmea Neste cruzamento devemos ter em atenção o tipo de plumagem, cruzar sempre um intenso com nevado. Parece que as crias deste cruzamento não são tão rústicas comparadas com as obtidas de um cruzamento onde um dos progenitores é amarelo.
Se tivermos um casal (amarelo x branco recessivo) vou obter so canários amarelos com possibilidade de transmitir a cor branca recessiva. Todos os canários obtidos deste tipo de cruzamento são chamados canários amarelos portadores de branco recessivo.
Cruzando dois canários amarelos portadores de branco recessivo, vamos obter 25% de brancos recessivos, 50% de amarelos portadores de branco recessivo e 25%de amarelos. O inconveniente deste tipo de cruzamento é que não conhecemos quais são os amarelos portadores.
Quase sempre o cruzamento que eu prefiro é entre um branco recessivo e um amarelo portador de branco. O resultado teórico é de 50% de brancos recessivos e 50% de amarelos portadores de branco. A vantagem deste tipo de cruzamento é que todos os amarelos são portadores de branco recessivo e não existe o inconveniente da perda de rusticidade dos brancos recessivos. Economicamente não é tão vantajoso pois os amarelos não são tão valiosos. Os brancos recessivos deste tipo de cruzamento são os que levo a exposição do CIOM e não me tenho desiludido.



sexta-feira, 11 de abril de 2008

Os acidentes acontecem!

Já la vão umas semanas desde que eu seleccionei os meus casais reprodutores. Até pedi a um amigo mais experiente para confirmar as escolhas que fiz. Alguns pássaros eram novos e alguns estavam um pouco gordos. Casais feitos comecei a dar papa de ovo (farinhada) e la esperei pelos ovos. Para facilitar a vida aos casais costumo dar um jeito ao ninho com erva do monte. As fêmeas depois terminam de fazer o ninho.

Um dos casais era formado por um canário macho amarelo limão intenso que eu gosto muito. Ele já tem uns 5 anos e este ano esta numa forma espectacular. Por outras palavras canta que chateia. O par que eu seleccionei para ele é de cor amarelo limão nevado. Os machos quando estão com cio perseguem as fêmeas e cantam estrondosamente. Outro dos rituais do acasalamento é o macho alimentar a fêmea. Assisti a todos estes sinais. So faltava aparecerem os ovos. Como isso tardava em acontecer, peguei na fêmea na mão para lhe ver o ventre e verificar se estava cheia. Achei estranho o aspecto amarelo da barriga e pareceu-me que ela tinha um pouco de espigão. De facto estava um pouco gorda pensei. Passados uns dias SURPRESA vi a fêmea cantar como o macho. Resultado ela era ele, pois é por isso é que não apareciam os ovos.

Quem nunca se enganou? Provavelmente existem pessoas que nunca se enganam, como eu gostava de ser assim...

Resultado agora ando a procura de uma fêmea e tenho um macho para ceder.

Pendurado em cada gaiola tenho um papel onde registo, data do inicio da postura, quando termina período de choco. Tenho o cuidado de fazer estes registos para acompanhar melhor as criações. Num dos casais no dia 9/Abril terminava o período de 13 dias de choco. Por isso contava que o mais tardar 10/Abril haveria nascimentos. Hoje 11/ Abril decidi partir os ovos, pois estavam escuros sinal que estavam cheios. Parti o primeiro escuro, mas não cheirava mal. Parti o segundo e achei estranho ver um pouco de sangue, hesitei mas pensei já passou o tempo e continuei. La dentro estava um filhote, ainda tinha gema fiquei espantado quando vi que se mexeu. Infelizmente a minha curiosidade foi fatal, ficaram três ovos no ninho, e eu fiquei doente com este acidente.

Na inspecção diária que eu faço aos casais por vezes encontro crias fora do ninho. Esta situação acontece por dois motivos. O primeiro é a mãe não aceita o filho anilhado. O segundo é a fêmea quando assustada saí do ninho e arrasta o filho com ela. Se tiver sorte e detectar esta situação apanho o filhote aqueço-o na minha mão mesmo que pareça frio e ele reanima. Já tenho tido sorte, mas ontem não.

Quando criamos com poucos casais qualquer acidente ou descuido tem um grande impacto nos resultados finais do numero de aves nascidas.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Porquê anilhar as aves.


As anilhas encomendadas e adquiridas nos clubes ornitófilos, permitem levar as aves a concursos/exposições. Uso obrigatório nas aves domesticas, canoras e ornamentais que participam nas exposições ou concursos realizados pelos clubes federados.

anilhas fonp

Facilitam a identificação das aves pois são numeradas sequencialmente e contem um código pessoal do criador ou "Stam". Este numero é atribuido pela Federação é único a nível de Portugal e é independente do numero de sócio dos clubes onde me inscrevi. (Teoricamente admitindo que em Portugal existe só uma Federação Ornitófila.)

"Stam" é uma palavra holandesa com varios significados:
- em inglês se traduzimos "Stam" obtemos a palavra tribo;
- em francês se traduzimos "Stam" obtemos a palavra tronco;

Se traduzirmos "tribe" do inglês para o holandês teremos as palavras "stam, volksstam, geslacht"

volksstam = la peuplade = a povoação ..........(NL=FR=PT)
geslacht = le sexe = o sexo

A ideia de Stam é muito mais abrangente do que a "tradução" de numero ou código de criador. Como já referi "Stam" pode significar, tribo, povoação. Quando estamos a criar aves estamos a contribuir para num determinado território (canaril) aparecer uma população nova (crias ou filhotes de aves). Como criador tenho a a minha tribo (plantel de aves) e a minha povoação (canaril). Talvez daqui também resulte a ideia de equipa, grupo de 4 aves a concurso também designado "Stam de concurso/exposição de aves".

As anilhas que utilizo são cilíndricas com um diâmetro de 2,9 mm. Esta medida é a indicada para os canários de cor. Devemos ter cuidado em não deixar passar o período ideal de anilhagem após o nascimento. Se colocarmos a anilha muito cedo a anilha saí da pata e for tarde não entra na pata, pois as anilhas não se podem abrir.

Uma ave anilhada fica com um bilhete de identidade. Permite distinguir rapidamente duas aves com o mesmo aspecto.

anilhas normais

Outros motivos poderão existir para anilhar aves selvagens, mas para mim como criador amador desportivo de canários penso que enumerei os mais importantes.

Os riscos e cuidados ao anilhar canários recém nascidos com anilhas fechadas.

1-A probabilidades dos pais rejeitarem os filhos depois de anilhados é baixa, pois estamos na presença de aves domesticas. Os canários estão habituados a manipulação e a presença do criador.

2-A anilhagem muito cedo em idade precoce pode levar a perda da anilha. Também se não houver cuidado durante o processo de anilhagem podemos estropiar os dedos das patas pois podem não suportar os puxões que damos aos dedos quando enfiamos a anilha na pata. As consequências é termos o pulgar da pata anilhada numa posição incorrecta (virado para a frente ou de lado.)

3-Anilhar mais tarde também tem riscos pois podemos ferir e/ou estropiar algum dedo. As consequências é ferir ou esfolar a pata na zona do punho.

4- Não anilhar com anilhas apertadas, inadequadas ao tamanho da ave.

5- Não anilhar com anilhas largas não adequadas ao tamanho da ave, pois a anilha pode ser retirada pela ave.

Quando anilhamos as aves devemos ter certos cuidados e evitar as situações anteriores.


domingo, 6 de abril de 2008

Chegou a Primavera

A Primavera chegou e os pequenos milagres da vida acontecem.

canarinho recem nascido

Já nasceram os meus primeiros passarinhos. De quatro ovos nasceram três e o mais fraco não aguentou a competição com os dois mais fortes. Aos 6 dias já os anilhei com o meu Stam com um pouco de dificuldade é necessário estar atento ao seu desenvolvimento.

1ª ninhada 2008


A alimentação nos primeiros dias de vida é papa Cê-Dê ligeiramente humedecida com água. Depois mais tarde junto a papa sementes germinadas e Anima Strath.

Não tenho por habito auxiliar os pais a dar comida. Esta técnica é conhecida como "palitada" pois as avezinhas são alimentadas com um palito que lhes leva a comida ao bico.

Hoje de outra ninhada nasceu mais um canarinho, a data prevista era so nascerem amanhã. Vamos ver como correm as expectativas.

Para arranque de época espero que os resultados melhorem. Tenho só 4 casais a criar canários lipocromos brancos recessivos. Ainda na primeira postura espero que durante a próxima semana nasçam aves do terceiro casal.


ovos 2008

Photobucket

dedo gui
Acredito na força da Primavera...